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Google e a significância da hospedagem em Cloud

Olá, pessoas!

Quando falamos sobre tecnologia da internet, nos dias de hoje, é praticamente impossível não lembrar do nosso querido, amado, cheio de novidades e odiado por alguns, Google. Mais popular entre seus serviços direcionados para programadores é a biblioteca de APIs.

São imensas as possibilidades relacionadas como podemos ver:

 

A parte interessante de olhar as APIs é que geralmente nosso foco, quando precisamos gerar uma key, é utilizar algo para o YouTube, Maps ou até mesmo Google Apps para integrar algum serviço, plug-ins específicos, mas não quero falar delas. Quero falar da Google Cloud!

Meados de 2011, o Google lançou sua plataforma Cloud para utilização por seus usuários finais, suportando a mesma infraestrutura utilizada em sites próprios, como o YouTube e Search. As principais vantagens da plataforma é ser escalável, permitir balanceadores de tráfego e banco de dados, além dos serviços de DNS, firewall, monitoramento, redes internas, armazenamento em SSD ou HDD e Big Data. Essas são algumas das opções ao contratar o serviço.

Em nossa escolha pelo melhor e mais confiável, passamos pela AWS, Digital Ocean, Jelastic (Locaweb), BudgetVM, entre outros. São de grande qualidade, com vantagens e desvantagens, mas nenhum deles foi tão eficiente quanto a Google Cloud para nossos objetivos.

A parte interessante de utilizar uma cloud no Google é a facilidade de dimensionar valores de desempenho exatos para serem utilizados. Conseguiremos, migrando para o Google, fornecer servidores rápidos, serviços eficientes e, caso seja necessário, ampliar memória, aumentar números de núcleos de CPU, e ainda atribuir Gigabytes dos rápidos discos SSD ou HDD convencional – faremos com poucos cliques independente do recurso. Também chama atenção pelos sistemas operacionais disponíveis. Variam desde Debian (incluindo versão Wheezy já configurada para backports), passando por CentOS, CoreOS, openSUSE, Ubuntu, Red Hat, SUSE e até Windows Server 2008/2012. As imagens são integradas aos vários serviços do Google e permitem um gerenciamento independente de acessos, diretamente pela API. Há ainda monitores de instância, uma interface de firewall além do firewall “invisível” do Google, que separa as redes internas do mundo exterior.

Como parceiros do Google, certificados, em constante atualização, entendemos que nossos clientes precisam usufruir do que há de mais moderno e confiável. Este processo tem sido estudado e testado desde fevereiro e, diante da crise atual, será um grande passo para a Eros, que se preocupa com qualidade e precisa estar preparada para as futuras necessidades, que porventura apareçam, sem se ocupar com infraestrutura.

Bem, não é tão simples construir um servidor em cloud, apesar das várias soluções prontas, mas é recompensador assistir um site, não tão simples, baseado em Magento, abrir rapidamente e com todos os serviços necessários rodando redondos. Ainda mais sabendo que além da Eros, lá estão Coca Cola, Spotify (sim, o Spotify utiliza os mesmos serviços do Google que a Eros acabara de contratar) e Atomic Fiction (a empresa utiliza os computadores do Google para produzir efeitos especiais para filmes famosos como: “A Travessia”, “Deadpool”, “Transformes – Era da Extinção”, “Looper”, a série “Game of Thrones”, entre outros). Afinal, o cliente Eros merece!

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