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Mas afinal, o que significa CMS?

Olá, pessoas!

As tecnologias utilizadas em sites variam muito e podem atuar tanto no lado cliente (sim, no navegador do usuário) quanto no lado servidor. Dentre elas podemos citar algumas mais populares como Javascript, Node.Js, frameworks como Polymer ou o famoso Bootstrap, ou até CMS completos. Todas são focadas na melhor experiência para o usuário e desempenho… mas como definir aquela que melhor vai atender as expectativas do projeto? Não é tão simples e envolve 70% de análise versus 30% de codificação para que não haja desperdício de tempo/dinheiro/pessoal.

Nos tempos de “correria” e prostituição do mercado diante dos baixos preços e altas exigências em conteúdos dinâmicos, uma boa opção para que o desenvolvimento seja ágil, necessitando de “pouco” conhecimento, é a utilização de ferramentas como CMS. Alguns possuem uma ótima flexibilidade e permitem customizações que vão desde sites institucionais até lojas virtuais. Algumas comunidades são ricas e fornecem todo tipo de ajuda, e quem sabe contratação de freelancers. Só para citar alguns CMS, dentre eles temos Joomla, Drupal, Grav, WordPress e etc.

Mas afinal, o que significa CMS?

Segundo o site Wikipedia, “é um aplicativo usado para criar, editar, gerenciar e publicar conteúdo de forma consistentemente organizada permitindo que o mesmo seja modificado, removido e adicionado com facilidade. CMS’s são frequentemente usados para armazenar, controlar, prover documentação empresarial tais como notícias, artigos, manuais de operação, manuais técnicos, guias de vendas e brochuras de marketing. O conteúdo pode incluir imagens, áudios, vídeos, documentos eletrônicos e conteúdo Web.”. Resumindo, serve para praticamente qualquer coisa.

“-Ah, William. Então não preciso contratar ninguém para fazer meu site! Eu mesmo posso fazer!”. A resposta é sim e NÃO

Imagine só… você consegue ter a sorte de ganhar uma fábrica de carros… mas será possível montar um veículo sozinho? Acho muito difícil…

Um website dinâmico é praticamente um veículo, com suas peças, encaixes e cadência de produção. Contratar um profissional especializado pode ser teoricamente oneroso, mas o resultado final pode ser comparado a comprar um fusca conservado e levar uma Ferrari. Nada impede que você aprenda a criar temas ou compre um e instale em sua hospedagem, mas com certeza, contratar um especialista vai poupar horas, meses, de dor de cabeça por conta de algum recurso que gostaria de usar e somente conhecimento intermediário/avançado pode adicionar, sem dizer que o profissional mesmo utilizando um tema base, seu site ficará com sua cara.

Bem, se o argumento anterior não foi convincente, experimente! A curva de aprendizado é um pouco acentuada e pode ser sentida no primeiro contato.

Dentre os CMS que já trabalhei estão Joomla, WordPress e o GRAV. Joomla é confuso e nada intuitivo, recomendado para sites que não terão profunda interação por gestores de conteúdo, mas é rápido e permite certa customização por posições que acabamos não encontrando tão fácil em outros CMS (algo que o Magento também tem). O WordPress é meu xodó, sendo fácil customizar, adicionar recursos e muito flexível (estou trabalhando em um projeto pessoal onde o uso como base, mesclado com JQuery e o framework Materialize em um tema criado para tal) – como dizem, se você dominar o “Loop”, qualquer coisa pode ser feita – ah, e também permite criar posições específicas. O destaque vai para o GRAV, que não necessita de banco de dados e todo escrito PHP, tendo plug-ins com várias funções, assim como o WordPress, mas não tão difundido. É algo que vale a pena dar uma olhada pela velocidade e praticidade.

Cada CMS tem sua estrutura e complexidade distintas e depende do seu foco, conhecimento e habilidade de customização para que consiga um bom resultado, e mais uma vez recomendo: contrate um especialista!

Como estou estudando o framework Materialize, em breve devo postar alguns tutoriais de integração com o WP, até pelo fato de ser utilizado em Apps de Android e facilitar muito o desenvolvimento com este foco.

Abraços, pessoas! Até a próxima!

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